O que vi em olhos castanhos que tanto me alegraram foi o enigma revelado. Foi a pequena e luminosa chama que arde quando toda a luz se foi.
Como é pequena, delicada, a chama desse olhar.
O som deste sorriso de cores ergueu-me dos mortos, um fio de Ariadne a guiar meus passos para fora do labirinto que construi para esconder-me da vida.
E hoje, já não mais escondido, já não mais protegido, dou cada passo esperando encontrar o que vi nesses olhos castanhos um dia.
Um peregrino nessa terra desolada.
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